CAIXA DE SAPATO

Poesia é arte da humildade.
Carinho que transborda emoção.
Folhas de árvores novas caídas no chão.

Calinda dos olhos de riacho.
Astronomia do universo paralelo.
Sentir o (amor) no peito é viver a verdade.

Acalma meu coração, praxe.
Desejo voluptuoso vem invadir...
Ciranda da medalha que volta quereres?

Madrugada no meu cenho.
Cálculos do químico periódico vão.
O homem é extrema esperança do haver.

Essência jovem multidão.
Mente de um psicopata me assusta.
Istribilho minha parte favorita e conto tudo.

Flores e frutos acalmam.
Lua da amizade ilumina meu ser.
Coração incentivador que acalma os seres.

Sinta no meu peito o poder.
Que sorriso de menina mais lindo.
A beleza e o espelho, opostos que se atraem.

Sentimento profundo morre.
Salvo estou para correr por aí.
Obrigado Deus pelo dom que ganhei do Senhor.

Todos esses poemas é uma dádiva.
Que guardo aqui na chegada
Numa velha e cheia de pó caixa de sapato...

                             De Wlielton Martins.