MADRUGADA
Eram cinco da manhã quando acordei...
Um cheiro de pinho de inverno invadia meu quarto.
O frio metamorfose noite para manhã me incendiava.
A meia-noite é uma bruxa com seus feitiços.
Mistério do norte sul que vem de longe.
Imagina você e eu juntos... Como seria legal
Na escuridão onde podíamos nos compartilhar.
Amargo agosto dos olhos meus, lugar onírico de onde preciso voltar.
Violino curvado nas lembranças da noite chuvosa.
Escolhas erradas que não deram emoção.
Meu cobertor é minha casa, volto a dormir.
Nada mais pode me abalar nesse momento.
Eu vejo os sons da floresta lá fora.
Teu abrigo é meu peito nessa eterna madrugada.
Um cheiro de pinho de inverno invadia meu quarto.
O frio metamorfose noite para manhã me incendiava.
A meia-noite é uma bruxa com seus feitiços.
Mistério do norte sul que vem de longe.
Imagina você e eu juntos... Como seria legal
Na escuridão onde podíamos nos compartilhar.
Amargo agosto dos olhos meus, lugar onírico de onde preciso voltar.
Violino curvado nas lembranças da noite chuvosa.
Escolhas erradas que não deram emoção.
Meu cobertor é minha casa, volto a dormir.
Nada mais pode me abalar nesse momento.
Eu vejo os sons da floresta lá fora.
Teu abrigo é meu peito nessa eterna madrugada.
WLIELTON MARTINS